Quem faz um poema abre uma janela.
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
- para que possas profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.
Hoje saí da sala de trabalho por um instante e fui até o gramado de fora.
Ali, vi uma solitária flor. Não uma flor qualquer. Uma guerreira, uma vencedora. Ganhou das árvores, da grama, do mato.
Ganhou seu espaço.
Não é uma flor plantada, mimada, regada e prisioneira. Não é uma flor entre muitas.
É ela mesma. Só ela. Cresceu onde escolheu, não foi escolhida para enfeitar nada.
Enfeita e embeleza porque quer. Escolheu assim.
Não sei por que, achei que ela se parecia comigo…
Hoje saí da sala de trabalho por um instante e fui até o gramado de fora.
Ali, vi uma solitária flor. Não uma flor qualquer. Uma guerreira, uma vencedora. Ganhou das árvores, da grama, do mato.
Ganhou seu espaço.
Não é uma flor plantada, mimada, regada e prisioneira. Não é uma flor entre muitas.
É ela mesma. Só ela. Cresceu onde escolheu, não foi escolhida para enfeitar nada.
Enfeita e embeleza porque quer. Escolheu assim.
Não sei por que, achei que ela se parecia comigo…
Que lindo Lourdes,vc salvou um afogado.
Parabéns