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Sonhar

“Cada um de nós tem um sonho, uma visão de vida, que corresponde às nossas convicções, incorpora nosso caráter único e expressa o que há de vivificador em nós.
Quer seja altruísta ou ignóbil, o sonho dá definição a nossa vida, influencia as decisões que fazemos, os passos que tomamos e as palavras que dizemos.
Diariamente fazemos escolhas que são ou consistentes com nossa visão ou contrárias a ela.
Uma vida de integridade é uma vida de fidelidade a um sonho.”
Brennan Manning

Quando me amei de verdade

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.  E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome… Autoestima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.  

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.  

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.  Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.  Hoje vivo um dia de cada vez.
Isso é… Plenitude.  

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber viver!!!

Charles Chaplin

Nestlé elimina ingredientes artificiais de todos os seus doces na Grã-Bretanha

O braço da Nestlé no Reino Unido anunciou ter removido totalmente cores, sabores e preservativos artificiais de seus doces, entre os quais barras de chocolate e balas.

Em comunicado, a empresa anunciou que promoverá a mesma mudança em países europeus e no Canadá, mas não menciona o Brasil.

Segundo jornais britânicos, a Nestlé seria a primeira grande empresa de produtos alimentícios a retirar todos os componentes artificiais de toda sua linha de doces.

A companhia, que produz marcas populares no Brasil como Nescau, Chokito e Tostines, eliminou mais de 80 ingredientes não naturais das receitas de 79 produtos vendidos no Reino Unido.

Os químicos foram substituídos por alternativas naturais vindas de concentrados de frutas, legumes e plantas comestíveis, como cenoura, hibisco, cártamo, rabanete e limão.

A barra de chocolate Crunch foi o último dos itens da companhia a ter a fórmula modificada. Há seis anos a empresa vem promovendo as mudanças.

A Food Standards Agency, que cuida da qualidade dos alimentos no país, havia recomendado fabricantes de alimentos a eliminarem ingredientes químicos.

Um estudo da ONG britânica Grupo de Apoio a Crianças Hiperativas mostra que de um total de 357 crianças hiperativas examinadas 87% apresentaram agravamento do seu quadro devido a colorantes artificiais na comida, enquanto 72% reagiram a preservantes.

De acordo com comunicado da Nestlé, as mudanças foram feitas em resposta a pesquisa da empresa Health Focus International que mostra que 74% dos consumidores buscam produtos naturais nas prateleiras de supermercados.

A Health Focus International tem entre seus clientes grandes empresas do ramo de alimentação, incluindo a própria Nestlé.

G1

Em nome de Amélia

Encontrei na folha de SPaulo um texto de João Santana perfeito para ilustrar a mente feminina na semana internacional das Mulheres.
Eu acredito que a Amélia existiu apenas na música de Mario Lago… enfim se pensar muito vou achar Amélia onde não devo.
Boa leitura. :)

Em nome de Amélia

-Joao Santana-

Amélia é uma injustiçada; há algo mais ‘feminista’ e poético do que uma mulher preferir fazer amor com o seu marido do que gastar o dinheiro dele? Na história das sociedades, sempre existiram personagens injustiçados. A injustiça é uma coisa às vezes misteriosa de produzir e nem sempre fácil de explicar.

A pior das injustiças é a que petrifica uma personagem em um bloco de gelo histórico que nunca derrete. Isso acontece quando um equívoco é tão fortemente construído que não só congela a vítima como qualquer voz que se levante em sua defesa.

Nessa moldura, a mulher mais injustiçada da nossa história é, sem dúvida, Amélia. Sim, ela mesmo, a mulher de verdade.

Essa genial criação de Mario Lago, maquiada com maestria por Ataulfo Alves, transformou-se, por força de uma leitura equivocada, no símbolo mais popular da mulher burra e submissa.

Difícil saber quem produziu esse monstruoso equívoco. Impossível continuar repetindo este absurdo.
Basta ouvir a canção, sem preconceito, para ver que Amélia é exatamente o contrário do que falam. Ela é vítima de uma campanha negativa que precisa ser destruída. Trata-se de um bom tema para ser discutido na semana do Dia Internacional da Mulher.

Quem, em sã consciência, pode encontrar na letra de “Ai, que saudades da Amélia” a descrição de uma deusa estúpida e cativa?

A canção começa com o amado ressentido, dizendo, em tom quase pungente : “Nunca vi fazer tanta exigência/ nem fazer o que você me faz/ você não sabe o que é consciência/ nem vê que eu sou um pobre rapaz”.

As duas palavras-chaves (exigência e consciência) e a expressão humilde e igualitária (pobre rapaz) já insinuam o sentido verdadeiro da queixa-revelação.

Segue adiante: “Você só pensa em luxo e riqueza/ tudo que você vê você quer/ ai, meus Deus, que saudades da Amélia/ aquilo sim é que era mulher”.

Peraí. Não estaria o amado a criticar, com toda a razão, a sua mulher atual, que é frívola, dependente e consumista?

Não estaria criticando, sem nenhum sotaque machista, uma mulher que poderia, hoje, “brilhar” no reality show “Mulheres Ricas”?

Como essa mulher frívola e bizarra venceu, no imaginário brasileiro, a figura solidária, carinhosa e sensual de Amélia?

Amélia “às vezes passava fome ao meu lado/ e achava bonito não ter o que comer” e “quando me via contrariado, dizia ‘meu filho, o que se há de fazer?’”.

O que é mais “feminista” e maravilhosamente poético? Passar fome, lutando de forma solidária e independente ao lado do amado, sendo seduzida e sedutora, sempre capaz de convidá-lo, sutilmente, para saciar no sexo a fome do estômago (é isso que está embutido no verso “o que se há de fazer?”) ou, ao contrário, fazer compras com o dinheiro do marido, em vez de fazer amor, com muito gosto e prazer, com ele?

O que é mais “moderno” e mais pop? Ser naturalmente bela, sem a “menor vaidade”, ou ser uma megera neurótica, opressora, perdulária e exigente?

Já está na hora de as mulheres e de os homens brasileiros recolocarem a maravilhosa Amélia no seu devido lugar: o nosso panteão de musas. Vamos erguer, hoje, um brinde a esta mulher de verdade e pedir perdão pelo que fizeram, injustamente, com sua memória.

Começar de novo…

Felicidades queridos amigos que passam por aqui diariamente para espiar as novidades.  Final de ano a vida fica muito movimentada e estou devendo algumas respostas … me aguardem.

Virando o calendário : 2012 nascendo… com chuva e champanhe para minha alegria.
Beijos :)

Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos da Ópera de Sydney tem uma capacidade de 2.700 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 57.000 vezes em 2011. Se fosse a sala de concertos, eram precisos 21 concertos egostados para sentar essas pessoas todas.

Clique aqui para ver o relatório completo

Palavras arquivadas

Ás vezes sem esperar encontro  palavras afetuosas que chegam à minha caixa de mensagens, arquivo devidamente todas em meu coração e para garantir em um DVD, afinal minha memória já não é mais uma ”Brastemp”.

Resumindo o papo, ontem uma pessoa despedindo da primavera enviou-me um carinho assim:
Ah, hoje termina a primavera, mas as flores continuam! Para nós que vivemos abaixo da linha do Equador a primavera como estação não faz muita diferença porque temos flores o ano todo sem precisar da primavera.
Mas há algumas flores que somente dão na primavera, as do ipê, por exemplo. Ainda bem que as mulheres são flores, mas não são como flores, porque não dão nem se dão apenas na primavera.
Bom dia! Adeus, primavera!
Meu sonho era ter uma prima que se chamasse Vera. De vera!
Foi na primavera que te reencontrei.

Pelo menos faz de conta, e você a flor da primavera que cultivo no verão e em todas as estações….

Uma rosa branca, como diz o poeta cubano.
Bom dia, flor!
-A.A.S-

E agora estou sem palavras perante tantas palavras carinhosas.
Obrigada, A.A.S.

Bom, vamos esperar pelo Natal que está chegando iluminado.
Um beijo e boas festas.
-Marta Felipe-
:)

É Natal…

Fico tentada a refletir no natal sempre que a data se aproxima e por algum motivo estou vivendo uma fase de pouca inspiração para escrever. Ontem enquanto andava pela Avenida Paulista contemplando e fotografando as belas ornamentações, minha mente pululava de palavras e agora percebo que ficaram caídas pela avenida. Junta-las não é fácil.

Com a árvore de natal preparada e as luzes enfeitando a sala, deixa no ar um sentimento de novidade entrando pela porta, puxando a cadeira e se esparramando da melhor maneira. Sinto meu coração suave, gosto de presentear as pessoas e adoraria passar na casa de cada uma,  abraçar, beijar e agradecer por todos os momentos vividos em 2011.
Aqui em casa somos tranquilos com os preparativos, gosto de usar a simplicidade em tudo que compro para compor nossa ceia.  Sem desperdiçar alimentos ou fanfarrear sem necessidade. Tive ótimos momentos com meu filho, contando histórias de família, árvore de Natal, ceias, presentes e assim vamos montando nosso Natal.

Retornar a minha infância para deixar meu sapatinho na janela é desnecessário, pois a música diz que: Seja rico, ou seja, pobre. O velhinho sempre vem.
Que venha de “saco cheio”, trazendo esperança aos cansados, fortalecendo os fracos dando-lhes forças para progredir.
Que contenha amor de sobra em todos os lares, sejamos sinceros durante o ano inteiro preservando a harmonia que encontramos no nascimento de Jesus Cristo. Tenho crido no amor e com ele a vida torna-se branda.

Cante, quem sabe o milagre do sapatinho na janela aconteça.
Feliz Natal!!!
Marta Felipe :D

O Velhinho
Deixei meu sapatinho
Na janela do quintal
Papai Noel deixou
Meu presente de Natal
Como é que Papai Noel
Não se esquece de ninguém
Seja rico, ou seja, pobre.
O velhinho sempre vem
Seja rico, ou seja, pobre
O velhinho sempre vem.

Composição: Otávio Babo Filho

Leia mais.
Árvore de Natal
http://martafelipe.wordpress.com/2010/12/14/arvore-de-natal/

Dezembro…quase Natal
http://martafelipe.wordpress.com/2009/12/02/dezembro-quase-natal/

Feliz Natal 2010
http://martafelipe.wordpress.com/2010/12/24/feliz-natal-2010/

Poema de Natal
http://martafelipe.wordpress.com/carinho-virtual/poema-de-natal/

Origem do Cartão de Natal
http://martafelipe.wordpress.com/carinho-virtual/origem-do-cartao-de-natal/

Origem do Natal
http://martafelipe.wordpress.com/carinho-virtual/origem-do-natal/

Fotos de Natal.
http://www.flickr.com/photos/martafelipe/sets/72157609383892181/

A cadeira

Sempre gostei de ter cadeira ou poltrona no quarto, hoje quando minha sobrinha Barbara leu a mensagem achei muito significativa e trouxe pra cá.
Espero que você goste e ajude a pensar  no mundo sobrenatural.
Boa noite e um lindo final de semana. :)
Essa historinha nos ajuda a perceber que conversar com Deus é muito mais fácil e bonito do que se possa imaginar. Além disso, poressas conversas, nós sentimos que Ele está cada vez mais próximo de nós e é mais fácil sentir Sua amizade, Seu amor e Seu cuidado por nós. Ahistória parece simples, mas nos transmite muita sabedoria.   A Cadeira   O sacerdote foi chamado para orar por um homem muito enfermo. Quando o sacerdote entrou no quarto, encontrou o pobre homem na cama com a cabeça apoiada num par de almofadas.   Havia uma cadeira ao lado da cama, fato que levou o sacerdote a pensar que o homem estava aguardando a sua chegada.   – Suponho que estava me esperando? – disse o sacerdote. – Não, quem é você? – respondeu o homem enfermo. – Sou o sacerdote que a sua filha chamou para orar por você; quando entrei e vi a cadeira vazia ao lado da sua cama, imaginei que você soubesse que eu viria visitá-lo.   – Ah sim, a cadeira! Entre e feche a porta.   Então o homem enfermo lhe disse:   – Nunca contei para ninguém, mas passei toda a minha vida sem ter aprendido orar.   Não sabia direito como se deve orar.   E nunca dei muita importância para a oração. Pensava que Deus estava muito distante de mim.   – Assim sendo, há muito tempo abandonei por completo a idéia de falar com Deus.

Até que um amigo me disse:   “José, orar é muito simples Orar é conversar com Jesus, e isto eu sugiro que você nunca deixe de fazer… você se senta numa cadeira e coloca outra cadeira vazia na sua frente. Em seguida, com muita fé, você imagina que Jesus está sentado ali,bem diante de você.

Afinal Jesus mesmo disse: -  “Eu estarei sempre com vocês”.
- Portanto, você pode falar com Ele e escutá-lo, da mesma maneira como está fazendo comigo agora.
- Pois assim eu procedi e me adaptei à idéia.
Desde então, tenho conversado com Jesus durante umas duas horas diárias. Tenho sempre muito cuidado para que a minha filha não me veja, pois me internaria num manicômio imediatamente.  O sacerdote sentiu uma grande emoção ao ouvir aquilo, e disse a José que era muito bom o que estava fazendo e que não deixasse nunca de fazê-lo. Em seguida orou com ele e foi embora.   Dois dias mais tarde, a filha de José comunicou ao sacerdote que seu pai havia falecido.
O sacerdote então perguntou:
- Ele faleceu em paz?
- Sim, quando eu estava me preparando para sair, ele me chamou ao seu quarto. Ele disse que me amava muito e me deu um beijo.
Quando eu voltei das compras, uma hora mais tarde, já o encontrei morto.

Porém há algo de estranho em relação à sua morte, pois aparentemente antes de morrer, chegou perto da cadeira que estava ao lado da cama e encostou a cabeça nela. Foi assim que eu o encontrei. Porque será isto? – perguntou a filha.

O sacerdote, profundamente emocionado, enxugou as lágrimas e respondeu:

- Ele partiu nos braços do seu melhor amigo…

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