Vacinação

vacina1
O Calvin é do bem, nunca mordeu ninguém – cautela sempre!
Li assim: Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes!
Au Au

Anti-rábica

A Doença

A raiva é uma doença viral que acomete mamíferos e pode ser transmitida ao homem pela mordida, arranhão ou contato com secreções de animais domésticos ou selvagens que estejam infectados. A raiva é uma doença grave, que

pode manifestar diversas formas de encefalite (espasticidade, demência ou paralisia) que quase sempre levam o paciente à morte. O cão é o principal transmissor da raiva urbana no Brasil. Outros animais ocasionalmente envolvidos são gatos, macacos e raposas. Nas áreas rurais, o morcego é o principal transmissor do vírus da raiva para outros animais, como o gado bovino e os cavalos.

Nos casos de exposição, são recomendadas as seguintes medidas:

Lavar o ferimento com água e sabão;
Procurar imediatamente atenção médica;
Não matar o animal. Deixá-lo em observação durante 10 dias, para que se possa identificar qualquer sinal indicativo da raiva, mantendo-o em local seguro, para que não fuja ou ataque outras pessoas ou animais. Oferecer água e alimentação normalmente. Se o animal adoecer, morrer, desaparecer ou mudar de comportamento, comunicar imediatamente ao Serviço de Saúde;
Quando um animal apresentar comportamento diferente, mesmo que ele não tenha agredido ninguém, não o mate. Procure o Serviço de Saúde.

A Vacina

A vacina é preparada a partir de vírus da raiva, cultivados em células VERO e posteriormente inativados, purificados e estabilizados com albumina humana, maltose e liofilização. A prevenção da raiva humana pode ser realizada antes ou após a exposição à doença.

A imunização de pré-exposição é particularmente recomendada para pessoas expostas a riscos de contaminação: veterinários e assistentes (incluindo estudantes de veterinária), funcionários de laboratório que manipulam o vírus da raiva, funcionários de abatedouros, espeleólogos, trabalhadores de área florestal, treinadores de animais, etc. São usadas três doses e a sorologia de controle deve ser sempre realizada para confirmar se houve formação de anticorpos.

A prevenção da raiva após a exposição deve ser iniciada imediatamente ao menor risco de contaminação. O tratamento deve ser adaptado à natureza da exposição e ao estado do animal, e inclui o uso de soro anti-rábico e a aplicação de cinco doses da vacina.

As reações adversas locais (dor, vermelhidão, enduração e prurido) são, em geral, de intensidade leve e tendem a desaparecer espontaneamente em 48 horas. Raramente, podem ocorrer reações sistêmicas como febre moderada, cefaléia, mialgia, astenia, desconforto generalizado e aumento de gânglios.

Veja mais:

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/08/1803035-campanha-de-vacinacao-contra-a-raiva-inicia-nesta-segunda-em-sp-veja-locais.shtml

Anúncios

Um comentário sobre “Vacinação

  1. Pingback: Vacinação — Marta Felipe | O LADO ESCURO DA LUA

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s