Publicado por: martafelipe | Novembro 1, 2009

Álcool e tabaco são piores que maconha, LSD e ecstasy

 Efe, em Londres

O álcool e o tabaco causam mais danos à saúde do que algumas drogas ilegais como a maconha, o LSD e o ecstasy, segundo David Nutt, professor do Imperial College London e presidente do comitê assessor do governo britânico sobre abuso de drogas.

O especialista acusou os políticos de distorcerem e desvalorizarem os resultados dos estudos científicos no atual debate sobre drogas ilícitas.

Nutt criticou também que alguns boletins tenham publicado relatórios exagerados sobre os supostos danos de algumas dessas drogas.

Segundo o especialista, o álcool deve figurar como a quinta droga mais perigosa depois da heroína, cocaína, barbitúricos e a metadona, enquanto o tabaco aparece em nono lugar.

“A cannabis, o LSD e o ecstasy, mesmo sendo nocivos, estão mais abaixo na lista, em 11º, 14º e 18º, respectivamente”, explica Nutt em um documento do Centro de Estudos sobre Crime e Justiça do King’s College.

Segundo Nutt, fumar maconha cria um risco “relativamente pequeno” de doença mental, mas o álcool e o tabaco são mais perigosos para a saúde.

Um porta-voz do Ministério do Interior se distanciou das opiniões expressadas pelo cientista.

Reclassificação

O governo britânico realizou no ano passado uma reclassificação dos diferentes tipos de drogas e situou a maconha no mesmo nível das anfetaminas.

Segundo a atual classificação, pertencem à classe A de drogas mais perigosas como ecstasy, LSD, heroína, cocaína, crack, cogumelos alucinógenos e as anfetaminas injetáveis.

Na classe B figuram as outras anfetaminas, além de cannabis e metilfenidato (Ritalina), enquanto na classe C, consideradas as menos perigosas, estão os tranqüilizantes, alguns analgésicos e o cloridrato de cetamina (ketamina).

No Reino Unido, a classificação é importante também no ponto de vista da lei e da sanção penal: a posse de drogas da classe A pode levar a sete anos de prisão e multa ilimitada frente a um máximo de cinco anos para as da classe B e dois anos para as da classe C.

O comércio é punido ainda mais duramente: pode levar à prisão perpétua no primeiro caso e até 14 anos de prisão para classe B e C.

Publicado por: martafelipe | Outubro 30, 2009

Travessuras ou gostosuras?

Travessurasougostosuras

A frase é famosa: Trick or treat.
Numa tradução livre, seria algo como “Travessuras ou gostosuras”. Os vizinhos, sempre preparados para a ocasião, já colocam as gostosuras na sacolinha. Afinal, a ameaça está no ar: quem não der um treat – de preferência, doces –, corre o risco de receber um trick.
Nos países que tradicionalmente comemoram a data – entre eles, Estados Unidos e Canadá –, as famílias e o comércio entram no espírito da brincadeira de tal forma que decoram casas, lojas e escritórios por dentro e por fora, com cores e temas da ocasião. Mas engana-se quem pensa que a data é só para a criançada. Para os adultos, além da contribuição com os doces, há festas, bailes e reuniões.
De preferência, à fantasia.
Nos Estados Unidos as ruas são decoradas com abóboras e as vendas só perdem para o Natal.
O Halloween foi levado para a América do Norte pelos imigrantes irlandeses em meados de 1840.
No início, os tricks eram violentos: jovens e meninos saíam pelas fazendas quebrando janelas, cercas e até derrubando os barracões. Os prejuízos dos proprietários eram enormes.
Com o tempo, a data passou a ser festejada de modo mais saudável, com brincadeiras infantis, festas e reuniões entre amigos.

 

Publicado por: martafelipe | Outubro 30, 2009

Símbolos do Halloween

SimbolosHalloween
Um dos maiores símbolos do Halloween são aquelas assustadoras caras esculpidas em abóboras e iluminadas por dentro com uma vela, conhecidas pelo nome de Jack O’Lantern.
Como o restante da festa, elas também são de origem celta.

Na festa do Shamhain
, todas as fogueiras eram apagadas para serem reacesas pelo fogo da fogueira sagrada. Para levar a brasa dessa fogueira até suas casas, as pessoas usavam um nabo como suporte, como se fosse um lampião.
Disso surgiu o costume irlandês de esculpir nabos e beterrabas para usar como lampiões ou lanternas.
No Halloween, as luzes dessas lanternas representam as almas dos mortos ou dos duendes que são libertados da condição de mortos.
Quando os irlandeses foram para a América, não conseguiam encontrar tantas beterrabas ou nabos, mas encontravam abóboras em abundância.
Desde essa época, as abóboras esculpidas não podem faltar no Halloween.

Publicado por: martafelipe | Outubro 30, 2009

Halloween 2009

inicioHalloween

Halloween

Inventado pelos celtas – povo que viveu nas Ilhas Britânicas cinco séculos antes de Cristo nascer –, o Halloween marca o fim oficial do verão e também:

• O início do ano-novo;
• O final da terceira e última colheita do ano;
• O início do armazenamento de provisões para o inverno;
• Início do período de retorno dos rebanhos do pasto;
• A renovação de suas leis.

Era uma festa com vários nomes: Samhain (fim de verão), Samhein, La Samon, ou ainda, Festa do Sol. Mas o que ficou mesmo foi o escocês Hallowe’en.

A lenda do retorno dos mortos
Conta a lenda que, na noite do Samhaim, os espíritos dos que haviam morrido no ano anterior voltavam para tomar os corpos dos vivos no ano que se iniciava. Essa era a última esperança de vida após a morte.
Os vivos que, logicamente, não queriam ser possuídos, deviam apagar o fogo das casas para que o ambiente se tornasse frio e indesejado. Além disso, as pessoas se vestiam com figuras assustadoras e desfilavam pelas redondezas fazendo muito barulho. Esperavam, assim, afugentar os espíritos errantes.
 
De acordo com as crenças celtas, no dia do Samhaim, os espíritos de parentes e amigos podiam voltar no corpo de um animal, especialmente num gato preto. Por isso, o gato preto é um dos símbolos mais famosos do Halloween.

Publicado por: martafelipe | Outubro 28, 2009

Mulheres dormem mais do que homens na terceira idade

do New York Times

Mulheres idosas podem reclamar de insônia, mas elas realmente conseguem dormir mais que os homens da mesma idade.

Essa é a surpreendente descoberta de um estudo holandês que utilizou monitores e diários de sono para avaliar os padrões de sono de quase mil homens e mulheres, com idades entre 59 e 97 anos, durante seis dias. Ele descobriu que as mulheres dormem, em média, um quarto de hora a mais que os homens. Mesmo assim, quando questionados a respeito da qualidade de seu sono, as mulheres eram mais inclinadas a responder negativamente.

“O que descobrimos é que os homens relatam exageradamente em relação ao seu sono –eles têm uma forte tendência a fazê-lo soar melhor do que realmente foi”, disse Henning Tiemeier, professor associado de epidemiologia psiquiátrica do Centro de Medicina Erasmus, em Rotterdam, e principal autor do estudo, publicado na edição de 1º de outubro do jornal “Sleep”.

Na verdade, os homens não dormem tão bem quanto as mulheres, segundo descobriu o estudo. Eles relataram dormir sete horas por noite, mas medições objetivas, incluindo um monitor no pulso capaz de calcular o tempo de sono, indicaram menos de seis horas e meia. Seu sono era também mais fragmentado, possivelmente por beberem mais álcool que as mulheres. Embora as mulheres relatassem mais problemas durante o sono, seus relatos eram mais precisos, disse Tiemeier.

Seriam os homens simplesmente distraídos?

“Alguém poderia dizer que o homem tem esse dom de ser mais otimista, que é uma tendência natural”, disse Tiemeier.

Publicado por: martafelipe | Outubro 28, 2009

Mulher descobre gravidez 4 dias antes de dar à luz

da Efe

A espanhola Manuela Cañas, 46 anos, ficou sabendo que estava grávida apenas quatro dias antes de dar à luz. A mulher foi ao médico porque sentia dores de estômago e saiu do hospital com a informação de que estava no nono mês de gestação.
 
Apesar da gravidez de alto risco, a pequena Cíntia que nasceu com 2,850 quilos está bem de saúde. O casal Francisco Cruz e Manuela tentou durante 20 anos ter um filho. “Nós já tínhamos até perdido as esperanças”, declara o pai.

Publicado por: martafelipe | Outubro 27, 2009

Alho pode ajudar nos resfriados

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Chá de alho
 25 gramas de alho fervidos em um copo grande de água ou leite durante vinte minutos, tomar duas vezes ao dia.

do New York Times

Durante séculos o alho tem sido enaltecido não apenas por sua versatilidade na cozinha, mas também por seus poderes medicinais.

Seja qual for a razão, estudos parecem respaldar um efeito. Em um estudo duplo-cego, publicado em 2001, cientistas britânicos acompanharam 146 adultos saudáveis por 12 semanas, de novembro a fevereiro. Os que foram randomicamente selecionados para receber um suplemento diário de alho sofreram com 24 resfriados durante o período do estudo, em comparação a 65 resfriados no grupo do placebo. O grupo que consumiu alho enfrentou 111 dias de doença, contra 366 daqueles que receberam o placebo. Eles também se recuperaram mais rapidamente.

Além do odor, os estudos encontraram efeitos colaterais mínimos, como náusea e erupções na pele.

Uma possível explicação para esses benefícios é que um composto, chamado alicina, o principal componente biologicamente ativo do alho, bloqueia enzimas que têm um papel importante em infecções bacterianas e virais. Ou talvez as pessoas que consomem muito alho simplesmente repelem as outras –portanto, ficam longe de seus germes.

Em um relatório publicado este ano no “The Cochrane Database of Systematic Review”, cientistas que examinaram o tema argumentaram que, embora a evidência seja boa para os poderes preventivos do alho, mais estudos são necessários.

Eles observaram que ainda não estava claro se consumir alho logo no início de um resfriado, em vez de algumas semanas antes, faria alguma diferença.

Conclusão: a pesquisa é limitada, mas sugere que o alho realmente ajuda a prevenir resfriados.

foto Alho
http://www.flickr.com/photos/martafelipe/4053367855/in/photostream/

Publicado por: martafelipe | Outubro 27, 2009

Mau hálito vira arma

da France Presse, em Tóquio

Mau hálito vira arma para destruir monstros em videogame.

Um grupo de estudantes do Instituto de Tecnologia de Kanazawa (centro do Japão) teve a curiosa ideia de utilizar os odores como armas virtuais em um novo videogame.

O jogo consiste em destruir monstros soprando num tubo: quanto pior for o hálito do jogador, mais possibilidade ele tem de vencer os horríveis inimigos.

Para que o hálito do jogador fique realmente ruim, antes de começar a jogar o usuário deve comer diversos alimentos de odor particularmente forte, como cebola, para então estar apto a destruir os sucessivos inimigos que se apresentam, como vampiros, ogros, etc.

O game foi mostrado na Digital Content Expo, em Tóquio, uma feira de tecnologias de games, artes e medicina que abriu nesta quinta-feira (22).

“Muitos jogadores com que fizemos testes acharam o jogo extremamente divertido”, contaram seus criadores.

Publicado por: martafelipe | Outubro 27, 2009

Uso de caracteres romanos deixa de ser obrigatório

Uso de caracteres romanos deixa de ser obrigatório em endereços da internet

Os endereços da internet poderão, a partir de 2010, ser redigidos em caracteres do japonês, mandarim, árabe, coreano ou outros idiomas que não utilizam caracteres romanos, anunciou nesta segunda-feira (26) a Icann.

A Icann (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers) é o organismo norte-americano que administra a rede e os nomes dos sites.

“É uma mudança técnica, porém muito importante na internet desde sua invenção há 40 anos”, disse o presidente do conselho de administração da Icann, Peter Dengate Thrush.

A decisão será oficializada nesta sexta-feira (30), ao final de uma conferência de seis dias em Seul, acrescentou.

Esta mudança é destinada a facilitar o uso da rede por um número maior de internautas e será efetivada em meados de 2010, segundo o presidente da Icaan, Rod Beckstrom.

“Dos 1,6 bilhão de usuários no mundo hoje, mais da metade são de língua cuja grafia não é em caracteres romanos”, destacou.

A mudança refere-se a caracteres, ou seja, letras utilizadas para formar palavras, não a algarismos ou números.
da France Presse, em Seul (Coreia do Sul)

Publicado por: martafelipe | Outubro 27, 2009

Cientistas projetam “Flickr” para celulares

flickrcelular

 New Scientist

Esta é uma aflição da atualidade: você visita amigos ou familiares, só para eles sacarem um laptop e iniciarem uma apresentação de slides aparentemente interminável de fotografias –talvez usando um suporte on-line como o Flickr ou o Picasa.

Uma ajuda para aprimorar este sistema pode vir de pesquisadores da Deutsche Telekom, na Alemanha, e da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, que projetaram um curioso método centrado no celular, que pode ser a ponte entre o que eles chamam de gerações Kodak e Flickr.
O que a geração Kodak perdeu, de acordo com o pesquisador Christian Kray, da Universidade de Newcastle, é a natureza tátil de segurar uma impressão fotográfica.

A equipe teve como objetivo criar uma interação que se assemelhasse a folhear fotografias em papel.

Primeiro, os pesquisadores tentaram simplesmente deixar grupos de cinco pessoas sentadas à uma mesa, pedindo a eles que trocassem fotos digitais em seus celulares com câmeras embutidas, utilizando Bluetooth.

“Não funcionou”, diz Kray. “Algumas pessoas fizeram pares, deixando outras sozinhas.”

Regiões espaciais

Para promover uma maior coesão do grupo, eles buscaram um método que pudesse compartilhar fotos com todos os membros do grupo simultaneamente. “Nós tivemos a ideia de usar regiões espaciais ao redor da mesa”, diz Kray.

Uma região era utilizada para enviar imagens para todo o grupo, enquanto uma outra região exterior -considerando círculos concêntricos– era onde as fotos eram baixadas e visualizadas.

A equipe produziu um software que apresentava um padrão, similar a código de barras, no topo de cada tela de celular, de forma que uma câmera em nível superior podia reconhecer em que região cada uma estava.

Quando um telefone era colocado na área de envio de fotos, a câmera ativava um comando para transmitir seu conteúdo fotográfico aos outros, via Bluetooth.

“As pessoas realmente gostaram de compartilhar as fotos assim, com todos recebendo as fotos ao mesmo tempo e todos tendo algo para segurar”, diz Kray.

Riscos

No entanto, alguns sentiram falta de controle sobre os downloads. “Eles acharam que outras pessoas poderiam acabar roubando fotos comprometedoras.”

O sistema poderia ser construído em smartphones –”celulares inteligentes”– no futuro, usando suas câmeras para procurar os códigos de barras em telefones de vizinhos, diz Kray.

“Isso soa como uma tecnologia muito interessante e pode ter outras aplicações –como o compartilhamento de informações de negócios em reuniões”, diz Robert Caunt, especialista em mercado de eletrônicos da CCS Insight.

“Mas eu não tenho certeza se o compartilhamento de fotos é o que haverá de melhor neste sistema. Afinal de contas, as vendas de impressoras fotográficas ainda estão bastante fortes.”

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